Farmácia online e offline segue tendência mundial de atender consumidor em multicanais

Farmácia online e offline segue tendência mundial de atender consumidor em multicanais

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Como a categoria de medicamentos, cosméticos e beleza ocupa a terceira posição nos itens mais pedidos no comércio eletrônico com 12%, de acordo com o Webshoppers do e-bit, não estar presente pode significar abrir mão de um grande potencial. Para isso, um marketplace, um local on-line para que as farmácias possam se cadastrar, criar presença virtual, indicar localização, registrar produtos e atender ao cliente é a melhor opção.

Nos Estados Unidos um dos temas mais debatidos durante os eventos de varejo é a multicanalidade. O primeiro ponto sobre o assunto diz respeito à experiência do consumidor, e independentemente de onde o cliente estiver, on-line ou off-line, é preciso prover uma experiência diferenciada dentro do ambiente escolhido, como, por exemplo, navegação intuitiva no site ou atendimento personalizado na loja física.

O segundo aspecto é que os norte-americanos identificaram que atuar no multicanal deixou de ser um diferencial para ser um fator determinante ao sucesso. Ou seja, não estar presente nos diversos canais, como lojas virtuais, redes sociais, mobile, etc, significa abrir mão de um faturamento potencialmente maior.

Para começar é preciso aplicar o Omnichannel, que na prática sugere a visibilidade integrada de vendas e enxerga o consumidor de forma única, independentemente do canal que ele está acessando. Para isso, é preciso planejar sortimento de produtos, gerenciar promoções, apoiar equipes de marketing, comercial e o canal de distribuição. E o principal: praticar preço único em todos os locais.

Por exemplo, o consumidor pode fazer a pesquisa de um produto pela loja virtual e concluir a compra no ponto de venda físico. Ou então, ele vai à loja e comprar e o produto não está disponível. Ele pode no local mesmo realizar a transação on-line. Ainda, o produto que ele gostou não está disponível no estoque do site, mas a empresa pode informar o estabelecimento físico mais próximo para adquirir o item em pronta entrega.

Após saber como atuar nesses ambientes, é hora de colocar na prática: integrar os canais e atuar tanto no off-line quanto no on-line. No segmento farmacêutico, por exemplo, das mais de 60 mil drogarias em todo o território nacional, apenas as grandes redes estão no mundo virtual.

Ou seja, independentemente se for na internet, dentro de um marketplace, ou na loja física, a farmácia deve propiciar um local para que o consumidor busque o medicamento e tenha boas experiências e qualidade de atendimento.

 

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Farmácia e Cosméticos – 3 passos para um e-commerce eficiente

Farmácia e Cosméticos – 3 passos para um e-commerce eficiente

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Segundo a E-bit, o segmento de Cosméticos & Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde apresentou o segundo maior volume de pedidos no e-commerce brasileiro (15%), ficando atrás apenas de Moda & Acessórios (17%) e superando o de Eletrodomésticos (12%).

Como estamos sempre de olho nas principais tendências do varejo online, notamos que nos próximos anos veremos a união entre lojas físicas e virtuais. Com isso, e com os inúmeros avanços tecnológicos que se apresentam todos os dias, surgem novos desafios para os e-commerces de farmácia e cosméticos.

Para ajudar os profissionais dessa área, listei abaixo três pontos que devem ser observados com cuidado para atender da melhor forma o exigente e-consumidor:

1. Características da compra e venda

Esse setor possui algumas peculiaridades que influenciam as decisões do mercado. Os remédios e cosméticos são produtos geralmente pequenos, leves e, na grande parte das vezes, têm alto retorno financeiro. Além disso, costumam apresentar um baixo custo de frete e demandam reposição constante.

É necessário estudar a fundo o perfil do consumidor desse segmento – em sua maioria ainda composto por idosos e mulheres – pois é crescente a presença do público que está cada vez mais preocupado com o corpo e alimentação. Portanto, um levantamento dos hábitos desses consumidores é essencial antes de começar sua atuação no e-commerce.

2. Regulamentação do e-commerce no setor farmacêutico

Estamos falando de vendas de cosméticos e medicamentos, ou seja, produtos diferentes que precisam de cuidados diferentes na venda. A Anvisa criou uma série de leis e regulamentações para comercialização de medicamentos por e-commerce.

Foi regulamentada a venda de forma remota (internet, telefone e fax), porém é preciso ficar atento, pois somente as lojas que também possuem uma unidade física podem comercializar produtos relacionados à saúde na internet.

Veja aqui as regras para a venda de medicamentos pela Internet.

3. Tecnologias para aprimorar as operações de entrega

Destaco aqui que a responsabilidade da entrega dos produtos é da farmácia e não da transportadora, portanto uma seleção criteriosa é importante. O cálculo de frete é um dos fatores mais importantes e determinantes para os e-commerces.

Os serviços gratuitos disponíveis no mercado não garantem precisão do cálculo de frete, ou seja, caso algum preço ou prazo seja apresentado de forma incorreta, o dono do e-commerce terá prejuízo. O mais indicado é a contratação de plataformas de gestão de fretes, que realizam de forma precisa o cálculo de frete das transportadoras já contratadas pelas lojas online.

Enfim, existem grandes oportunidades nesse setor, porém ainda é preciso ampliar o acesso a algumas informações fundamentais sobre as especificidades logísticas, mercadológicas e legislativas do segmento.

Seus cuidados são determinantes para expandir os negócios, aumentar investimentos e ampliar a rentabilidade da rede. Se bem feito e estudado, grandes resultados virão.

 

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E-commerce de medicamentos cresce mais de 90% ao ano

E-commerce de medicamentos cresce mais de 90% ao ano

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O mercado corporativo está cada vez mais acirrado. Empresas de diversas segmentações começam a migrar para plataformas digitais com o objetivo de ampliar seus canais de comunicação e venda junto à população.

A FazfarmaNet, um dos maiores varejistas do setor de medicamentos, tem apostado no mercado corporativo para expandir seus negócios pelo Brasil. Atualmente, o carro-chefe de vendas da empresa é o e-commerce.

O comércio eletrônico brasileiro é composto de 450 mil lojas virtuais ativas, entretanto apenas 15% das companhias possuem endereços físicos. “Temos apenas uma loja física que está situada em São Caetano do Sul, em contrapartida, conseguimos atender todo o Brasil através do nosso e-commerce”, comenta o diretor da FazfarmaNet, Jonas de Oliveira.

A empresa registra um crescimento mensal de quase 10% no mercado corporativo e fornece periodicamente medicamentos para cerca de 3 mil vidas beneficiadas por programas de assistência farmacêutica.

Fonte: SEGS.com.br
Foto: Shutterstock

 

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Como funciona a operação logística em um e-commerce de farmácia

Como funciona a operação logística em um e-commerce de farmácia

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A operação logística em Farmácias para atender às compras realizadas no e-commerce é muito mais complexa do que a de outros segmentos do mercado. O processo só se assemelha as compras de um e-commerce de Grocery (Supermercados).

Primeiro, mix é extremamente amplo. São milhares de diferentes produtos a venda, inclusive alguns refrigerados ou até químicos, que precisam de cuidados de envio especiais. Alguns deles inclusive com dimensões muito pequenas, dificultando o controle e contagem de itens.

Depois, um dos problemas é a disponibilidade de estoque. Já que o sortimento é amplo, é extremamente caro e complexo manter em uma loja todo o estoque disponível de todos os produtos.

Outro problema é o controle de venda de alguns produtos, que devem ter sua receita apresentada equanto outros, não podem nem ser vendidos.

Por fim, para complicar ainda mais caso você ainda não tenha sentido um frio na barriga, o tempo de entrega é extremamente curto, algumas horas apenas. Afinal, não podemos esperar 2 dias por um remédio, não é mesmo?

Qual o papel de uma plataforma de e-commerce nesse processo logístico?

Para ajudar nesse processo, a inteligência da plataforma de comércio eletrônico é fundamental. Inicialmente a plataforma de e-commerce deve ter a inteligência de trabalhar com multi centros de distribuição. Assim, é possível que cadeias maiores possam tratar suas principais lojas como mini centros de distribuição, aumentando o mix de produto e também a disponibilidade de estoque.

Cross docking entre centros de distribuição ou lojas

Outra funcionalidade importante, é a possibilidade de cross docking entre esses centros de distribuição. Vou explicar. Imaginemos um cliente que compre 1 produto para dor de cabeça e outro para gripe. Caso essa funcionalidade de cross docking entre lojas, ou seja, a interação entre estoques de diferentes lojas não exista, o cliente vai verificar que aquele pedido não pode ser entregue pois o centro de distribuição, a loja, que iria atendê-lo não possui ambos produtos em estoque.

Agora, se a plataforma possui a inteligência de cross docking, ela irá informar que um dos itens está em estoque para pronta entrega em poucas horas, já o outro será entregue algumas horas depois, já que o item deverá sair de outra loja, mais distante, para compor o pedido completo do cliente.

Multi transportadoras e multi modais

A plataforma também deve ser capaz de trabalhar com multi transportadoras e multiplos modais.

Veja, se o cliente está em um raio próximo a uma das lojas de entrega, o sistema pode automaticamente habilitar a entrega expressa por motoboy. Mas se o cliente está distante, ele só terá a opção de entrega via correios ou a transportadora tradicional. Agora, se o item precisa obrigatoriamente ser enviado em um ambiente refrigerado, pois possui um determinado selo da ANVISA, o motoboy não poderá enviar, nem os correios. Nesse caso precissaremos de um transporte especial! Tudo isso, a plataforma deve ser capaz de gestionar, sem precisar de um sistema de ERP para consultas online, o que acarretaria em um grande aumento de ponto de falhas, diminuindo as vendas.

Venda de produtos controlados

Por último, um dos problemas também é a venda de produtos controlados. Alguns deles precisam de receita. Portanto o cliente deverá fazer o upload dela no carrinho de compras, para que haja uma conferência pela equipe interna da loja. Adicionalmente, as lojas cobram que o cliente entregue a via original no momento de recebimento da mercadoria. Agora, se o item é tarja preta, a plataforma deverá falar ao cliente para entrar em contato por telefone, já que o item não pode ser vendido sem prévia conversa.

Separação e entrega de mercadorias

Agora, um outro desafio do mundo de farmácias, é o processo de análise de pedidos, separação (picking), embalagem (packing) e despacho, precisa se adaptar para atender a farmácia no e-commerce. No lugar dos armazéns, o picking é realizado no próprio ponto de venda, ou seja, nas gôndolas.

O mesmo acontece nos supermercados, para não interferir nas operações dos PDVs a separação precisa ser feita em horários estratégicos, quando o fluxo de clientes for baixo ou nulo nas lojas (preferencialmente em horários noturnos). Além disso, como os compradores físicos e virtuais “competem” pelos mesmos produtos, pode acontecer que uma mercadoria vendida no e-commerce tenha esgotado no PDV antes do picking. Nesses casos, as lojas virtuais devem dar aos clientes opções como a aceitação de produtos similares ou vale-compras.

Ainda sobre a separação de mercadorias, o método mais recomendado é o ‘picking por onda’, que consiste em agrupar os produtos por categoria, sem distinção de pedidos, reduzindo a movimentação no interior da loja e respeitando a perecividade.Esse método de separação favorece o packing, pois agrupa as mercadorias com características semelhantes e necessidades similares.

A logística para farmácias online deve ser muito bem planejada, pois a rentabilidade de todo o negócio depende dela.

 

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As regras para as farmácias online

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A venda de medicamentos pela internet pelas redes de farmácias e drogarias deve atender condições especiais. Veja quais são:

Somente farmácias e drogarias abertas ao público, com farmacêutico responsável presente durante todo o horário de funcionamento, podem realizar a liberação de medicamentos solicitados por meio remoto, como telefone, fac-símile (fax) e internet.

O pedido pela internet deve ser feito por meio do site do estabelecimento ou da respectiva rede de farmácia ou drogaria. O site deve utilizar apenas o domínio “.com.br”, e deve conter, na página principal, os seguintes dados e informações:

Razão social e nome fantasia da farmácia ou drogaria responsável pela venda, CNPJ, endereço geográfico completo, horário de funcionamento e telefone;
Nome e número de inscrição no Conselho do Farmacêutico Responsável Técnico;
Licença ou Alvará Sanitário expedido pelo órgão Estadual ou Municipal de Vigilância Sanitária, segundo legislação vigente;
Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) expedida pela Anvisa;
Autorização Especial de Funcionamento (AE) para farmácias, quando aplicável;
Link direto para exibir informações adicionais, como nome e número de inscrição no Conselho do Farmacêutico; mensagens de alerta e recomendações sanitárias determinadas pela Anvisa; condição de que os medicamentos sob prescrição só serão dispensados mediante a apresentação da receita e o meio pelo qual deve ser apresentada.
É vedada a oferta de medicamentos na internet em site que não pertença a farmácias ou drogarias autorizadas e licenciadas pelos órgãos de vigilância sanitária competentes.

Não se pode utilizar imagens, propaganda, publicidade e promoção de medicamentos de venda sob prescrição médica em qualquer parte da página. É vedada a comercialização de medicamentos sujeitos a controle especial solicitados por meio remoto. Todos os pedidos para dispensação de medicamentos solicitados por meio remoto devem ser registrados.

A divulgação de preços em farmácias eletrônicas

De acordo com a RDC 44/99 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em sites de farmácias e drogarias online, é vedada a utilização de imagens, propaganda, publicidade e promoção de medicamentos de venda sob prescrição médica em qualquer parte da página.

A divulgação dos preços dos medicamentos disponíveis para compra na farmácia ou drogaria deve ser feita por meio de listas nas quais devem constar somente:

O nome comercial do produto;
O(s) princípio(s) ativo(s), conforme Denominação Comum Brasileira;
A apresentação do medicamento, incluindo a concentração, forma farmacêutica e a quantidade;
O número de registro na Anvisa;
O nome do detentor do registro; e
O preço do medicamento.
As listas de preços não poderão utilizar designações, símbolos, figuras, imagens, desenhos, marcas figurativas ou mistas, slogans e quaisquer argumentos de cunho publicitário em relação aos medicamentos.

As propagandas de medicamentos isentos de prescrição e as propagandas e materiais que divulgam descontos de preços devem atender integralmente ao disposto na legislação específica.

As frases de advertências exigidas para os medicamentos isentos de prescrição devem ser apresentadas em destaque. As farmácias e drogarias que realizarem a dispensação de medicamentos solicitados por meio da internet devem informar o endereço do seu sítio eletrônico na Autorização de Funcionamento (AFE) expedida pela Anvisa.

Fonte: Sebrae Nacional – 27/11/2015

 

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