Veja o crescimento do e-commerce no Mundo

Veja o crescimento do e-commerce no Mundo

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A tendência de crescimento do e-commerce é mundial, segundo o portal eMarketer, liderados por Ásia e Pacífico (+30,3%), o e-commerce apresentou 24% de crescimento no mundo todo em 2018, atingindo uma marca de 2,9 bilhões de dólares em vendas. Na América Latina o crescimento foi de 17,9% com relação ao mesmo período de 2017.

E-commerce no Mundo

As vendas online apresentam crescimento maior que o varejo tradicional em praticamente todos os países que já operam o comércio eletrônico. Isto se torna ainda mais evidente para as vendas de FMCG, que globalmente cresceram 5 vezes mais no e-commerce, quando comparado ao offline.

O volume do e-commerce representa um share de vendas de 12% para o varejo de todo o mundo. Os números mostram que a América Latina tem uma grande oportunidade, pois apenas 2,7% do total consumido é feito pelo online. Concentrando, assim, boas oportunidades para investidores.

Fonte: eBit


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10 motivos para investir no comércio eletrônico e abrir uma loja virtual

10 motivos para investir no comércio eletrônico e abrir uma loja virtual

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Investir em uma loja virtual é uma boa opção para quem quer iniciar um negócio ou para quem possui uma loja física e está pensando em expandir suas vendas. Continue lendo esse artigo, pois te mostraremos as vantagens.

Por que investir em uma loja virtual?

Os números não enganam e, segundo eles, o crescimento do e-commerce será contínuo, transformando-o em um mercado bastante promissor. Dia após dia, sua consolidação no cenário mercadológico nacional fica mais consistente – e, pode apostar, isso é só o começo, porque a tendência é que fique cada vez mais forte.

1. Um mercado próspero

O Webshoppers 38 (relatório sobre o comércio virtual brasileiro produzido pelo Ebit) trouxe dados que são bastante animadores para quem quer trabalhar com e-commerce: o faturamento, só nesse primeiro semestre de 2018, atingiu R$23,6 bilhões (crescimento nominal de 12,1% referente ao mesmo período de 2017) – e já está vindo de uma trajetória de 7 anos consecutivos com aumento no faturamento das vendas online.

Além disso, 27,4 milhões de consumidores fizeram compras no e-commerce nesse mesmo período, sendo que 4,5 milhões foram estreantes nessa modalidade (ou seja, compraram pela primeira vez). Com esses dados, fica claro que o e-commerce veio para ficar!

2. Sem limites geográficos

Vender na internet é ótimo para expandir o mercado, porque, a partir do momento que permite romper as barreiras geográficas, o alcance do público será muito maior. Com mais pessoas tendo acesso ao seu e-commerce, as vendas aumentarão. Bem diferente do que acontece com uma loja física, que possui limites geográficos para vender, se restringindo a um bairro ou cidade, por exemplo.

3. Não importa a localização

Com um e-commerce, você não precisa se preocupar em alugar um ponto comercial em um lugar bastante visível (como no centro da cidade ou em um shopping), pagando luvas, aluguel caro e nem precisa gastar com estruturas de acabamento e decoração igual a uma loja física, porque não haverá acesso ao público, por ser tudo virtual.

4. Aberta 24 horas por dia, 7 dias por semana

A loja virtual permite que seus produtos e serviços fiquem expostos durante 24 horas por dia e 7 dias por semana sem perder vendas por causa de horário, ao contrário de uma loja física, que geralmente trabalha em um período limitado (horário comercial). Enquanto você dorme, sua loja fatura! Tem coisa melhor do que isso?

5. Facilidade no controle e acompanhamento de vendas

Com a plataforma de e-commerce, o lojista consegue acompanhar as vendas de perto, de forma muito mais completa, prática e rápida e com números mais exatos. Só precisa de alguns cliques para ter acesso a quantidade de pedidos, como está o estoque, qual é o valor do ticket médio e do faturamento, saber sobre os visitantes e muitos outros dados. Estará tudo no painel administrativo.

10 bons motivos para investir em um e-commerce

6. Monitoramento do consumidor

Justamente pelo fato de você ter acesso aos registros sobre os seus visitantes, é possível conhecer melhor quem é seu público. Essas informações são importantes por contribuírem com a otimização das campanhas de marketing, da fidelização dos clientes, melhorar experiência de consumo, ter produtos mais condizentes com as necessidades deles, etc.

7. Maior comodidade para o cliente

Ao investir em uma loja virtual, você contribui para o conforto do seu cliente, porque ele pode consumir de onde quiser e quando puder, de forma fácil e rápida, além de ter os produtos entregue no endereço que desejar, sem precisar enfrentar filas, trânsito, estacionamento lotado, etc.

É justamente essa comodidade que atraiu 54,4 milhões de pedidos do comércio eletrônico (crescimento de 8%) e faturamento total de R$ 23,6 bilhões (crescimento de 12,1% no valor total movimentado no e-commerce) – referentes ao primeiro semestre de 2018.

8. Maior facilidade na atração

Unido ao marketing digital, a loja virtual consegue atrair muito mais clientes, porque é muito mais fácil de ter acesso a ela: basta um clique e o potencial cliente estará dentro da sua plataforma. Dessa forma, ele não precisa se locomover fisicamente, o que talvez o desanime, fazendo-o desistir de te conhecer.

9. Melhores condições de pagamento

Lojas virtuais possuem uma facilidade maior em disponibilizar mais condições de pagamento do que as lojas físicas, assim, você pode oferecer opção de cartão de crédito, débito, boleto bancário, transferência, depósito, além de outras formas personalizadas.

É interessante ter o maior número possível de opções, porque dessa forma você agrada mais pessoas e, consequentemente, aumenta a taxa de conversão e reduz as taxas de abandono de carrinho.

10. Opção de venda por mobile

Esse é um ponto importante: o aumento nas vendas online está ligado a popularização dos dispositivos móveis, justamente pela facilidade de poder pesquisar o que quiser de onde estiver. O m-consumidor (consumidores que fazem compras usando dispositivos móveis) é a nova tendência!

Conclusão

O comportamento dos novos consumidores está mudando: eles são conectados! Querem conversar por redes sociais, preza por coisas ágeis, preferem fazer compra online e são engajados. Portanto, o e-commerce é o futuro!

Mas eles também são bastante exigentes, por isso é preciso investir em uma plataforma profissional, com as ferramentas certas e com excelente usabilidade, afinal, é através desses itens que você conquistará o cliente e provocará nele uma experiência de compra bastante positiva.



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Marketing Jurídico – Saiba tudo e aprenda como fazer!

Marketing Jurídico – Saiba tudo e aprenda como fazer!

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marketing jurídico é uma etapa importantíssima para o sucesso dos escritórios de advocacia. Com estratégias bem pensadas e executadas é possível alcançar excelentes resultados na atração e na fidelização de clientes.

Esse assunto, relativamente novo, tem ganhado cada vez mais destaque no cenário nacional. Junto da curiosidade vem uma série de dúvidas. Qual a importância do marketing jurídico para os escritórios de advocacia? Como fazer? Por onde começar? Como arranjar tempo para isso?

Para responder essas (e muitas outras) dúvidas, preparamos este conteúdo completo. Se você se interessa pelo tema e quer saber como aplicar estratégias de marketing jurídico para melhorar os resultados do seu escritório é só continuar a leitura.

O que é marketing jurídico?

Marketing jurídico é o nome dado à técnica para fortalecer a imagem de advogados e bancas no meio digital sem ferir o Código de Ética e Disciplina da OAB. O método é bastante utilizado para conquistar novos clientes e destacar os diferenciais competitivos frente à concorrência.

A prática do marketing jurídico prescinde de planejamento e estratégia. Para que os resultados sejam mais efetivos, as ações devem estar alinhadas aos objetivos do escritório.

Por que marketing jurídico é importante?

A internet mudou a forma como fazemos negócio e essas mudanças chegaram à advocacia. O marketing jurídico é um exemplo disso. A técnica expande o alcance do escritório e permite entregar valor aos possíveis clientes antes mesmo de fechar negócio. Além desses, existem outros benefícios. Listamos alguns deles logo abaixo, olha só:

Conquistar mais e melhores negócios

O boca a boca ainda é uma prática muito comum na aquisição de clientes na advocacia, mas está longe de ser a única e talvez não seja a melhor para o seu escritório.

Implementar estratégias de marketing jurídico permite que você atinja mais pessoas e conquiste um público mais propenso a fechar negócio. Afinal, os seus possíveis clientes já vão conhecer minimamente a sua área e foco de atuação e entender como você e seu escritório se comunicam.

Acertando na estratégia, você atrai o perfil de pessoas mais adequado ao modelo de trabalho que você e seu escritório praticam. Então vale a pena investir na construção de um bom marketing jurídico.

Melhoria no relacionamento com o cliente

Marketing é relacionamento! E um bom relacionamento é a maneira mais eficaz de fidelizar clientes. Colocar em prática ações de marketing jurídico aproxima a sua marca do seu público de interesse e transforma clientes em admiradores do seu trabalho.

É claro que, para atingir todo o potencial de um bom marketing jurídico, é preciso dedicar tempo e pensamento estratégico no planejamento e na execução. Mas vamos dar mais atenção a esses tópicos daqui a pouco.

Atingimento de metas e objetivos do escritório

Investir em marketing jurídico é uma forma de acelerar as metas de crescimento do escritório. A partir de um planejamento estratégico para escritórios de advocacia baseado nos objetivos gerais do negócio é possível colocar em prática ações rotineiras que aproximam você do sucesso desejado.

Quanto maior for o alinhamento dos objetivos de negócio e do marketing jurídico, mais possível eles se tornam de serem alcançados.

Competitividade no mercado

Um bom atestado de sucesso da aplicação de marketing jurídico é quando o seu público prefere confiar no seu trabalho do que se arriscar na hora de contratar um advogado.

Quanto mais você trabalha estrategicamente a sua imagem e a do seu escritório, melhor é a sua reputação entre seus clientes e concorrentes.

Como fazer marketing jurídico e por onde começar?

A teoria é muito importante, mas é com a prática que os resultados acontecem, certo? Então, vamos conhecer algumas dicas para começar o seu marketing jurídico.

Fixação de metas

Antes de partir para a ação, é fundamental reservar um momento para traçar os objetivos do seu marketing jurídico. Que resultados você quer atingir e em quanto tempo? Para mapear esses números, se baseie nas metas financeiras e de crescimento do escritório.

Diluir as metas anuais em ciclos menores pode ajudar no acompanhamento e no engajamento da equipe. Conquistar 16 novos clientes por mês parece bem mais possível do que fechar 200 novos negócios em um ano, certo?

Definição de público alvo

Quanto mais informações você souber sobre o seu público-alvo, mais fácil vai ser definir a estratégia ideal para alcançá-lo. Comece analisando as informações dos seus clientes atuais e busque por padrões.

Qual o tipo de emprego eles possuem? Quais atividade eles fazem depois do trabalho e aos fins de semana? Seus clientes se comunicam mais por ligações ou mensagens no Whatsapp? Qual o estado civil deles? Eles possuem filhos? Quantos e de qual idade? Eles usam computador com frequência? Como eles consomem notícias e informações?

Responder essas perguntas vai ajudar você a traçar o perfil das pessoas mais propensas a fechar negócio com o seu escritório. Esses dados vão ser muito úteis para escolher como, onde e quando aplicar o marketing jurídico. 

Escolha de canais

Site, blog, perfil em todas as redes sociais e tempo para advogar e atender com qualidade. Esse é o sonho, né? Mas a realidade é que nem todos os canais disponíveis vão atrair os seus clientes e o seu tempo deve ser ocupado com sabedoria. Por isso, analise o seu público e escolha os canais que eles mais utilizam.

Mapeamento de ações

Você entende seus objetivos, conhece o seu público e sabe em quais canais vai atuar. Agora, é preciso destacar as atividades sazonais e rotineiras, definir responsabilidades e fixar os prazos para a execução das tarefas. Para o marketing jurídico, constância importa. Leve isso em consideração na hora de fazer o seu planejamento.


Dicas de marketing jurídico

Dicas de marketing jurídico: as principais estratégias

Com as informações acima, você certamente vai conseguir traçar um plano básico para o seu marketing jurídico. Mas nós temos certeza que você quer ir além do óbvio e extrair o máximo de benefícios da sua prática diária, certo? Além de concordar com você e desejar que você alcance os seus objetivos, vamos compartilhar algumas dicas de marketing jurídico para aperfeiçoar a sua estratégia. Olha só:

Delimite sua área de atuação

O seu negócio precisa ter um foco. Caso contrário, a sua estratégia vai ser a sorte. E, bom, contar com a sorte não parece muito estratégico, não é mesmo? O primeiro passo para estabelecer o foco do seu marketing jurídico é escolher uma região de atuação. O segundo é comunicá-la em seus canais.

Se a atuação do seu escritório possui uma limitação geográfica, é importante delimitar também a região dos clientes que você deseja atender. Dessa forma é mais fácil saber como atraí-los, entender o comportamento deles e atender ao que eles precisam.

Direcione o marketing jurídico à principal atividade

O direito possui várias ramificações e áreas de especialização. Se você começou atendendo várias áreas para criar a sua carteira de clientes, considere repensar a sua divulgação. Se você tem interesse em segmentar sua atuação, busque abordar temas relativos à área que você quer desenvolver o seu negócio. Não fique bom no que você não quer continuar fazendo.

Foque os seus esforços de estudo e marketing jurídico no seu carro-chefe. Essa estratégia certamente vai ser muito eficaz para atrair os clientes que você deseja atender. E se você quer se posicionar como full service, trabalhe a imagem do seu escritório para que o seu cliente perceba a capacidade da sua equipe em resolver diferentes tipos de problemas. Trabalhe conteúdos de qualidade para cada uma das frentes!

Perceba seu site como vitrine do seu escritório

O endereço online oficial do seu escritório é o ambiente ideal para compartilhar informações sobre a sua área de atuação, os seus métodos de trabalho, seus valores morais e mostrar para o cliente como você e sua equipe estão qualificados e preparados para atendê-lo da melhor forma possível. Afinal, um bom site para advogados abre portas para que o cliente inicie um relacionamento duradouro com o seu escritório.

Invista em um site responsivo (adaptável aos diferentes tipos de tela), um bom design e em técnicas de SEO – do inglês Search Engine Optimization, nacionalmente conhecido como Otimização de de Sites. Tudo isso vai facilitar o encontro do seu trabalho pelos seus clientes potenciais. Se você puder, busque uma empresa especializada para criar um site compatível com a sua estratégia de marketing jurídico.

Aparência importa

O marketing jurídico é uma excelente ferramenta para trabalhar a sua reputação e a do seu escritório. Mas tudo pode ir por água abaixo caso a experiência presencial do seu cliente em potencial for completamente diferente da que ele experimentou online. Portanto, é fundamental que o seu marketing na internet seja reflexo das ações diárias do seu escritório. Não esqueça que mais lucrativo do que atrair novos clientes é fidelizar os que você já conquistou

Busque utilizar a mesma linguagem online e offline e nunca subestime o poder do treinamento da sua equipe. Investir em qualidade em cada etapa do seu trabalho é dar mais um passo à frente da concorrência.

Marketing jurídico de conteúdo

A principal moeda de troca no marketing jurídico de conteúdo é o conhecimento. Cada vez mais, escritórios e advogados autônomos veem no compartilhamento de conteúdos em blogs e redes sociais uma estratégia eficiente para atrair clientes mais qualificados (pessoas mais propensas a fechar negócio).

Para se diferenciar da concorrência, é fundamental investir em conteúdo de qualidade e abordar assuntos com profundidade. É claro que sempre lembrando que o cliente não é jurista e, por isso, precisa que a linguagem técnica seja traduzida.

Para produzir um conteúdo jurídico de qualidade, é preciso definir os objetivos que quer alcançar com a estratégia. O que você pretende conquistar com a sua estratégia de marketing jurídico de conteúdo?

O fator relevância também é muito importante para que o seu marketing jurídico de conteúdo traga resultados. Use o seu conhecimento para educar seu cliente sobre o seu nicho de mercado. Leve ao seu público informações úteis e importantes. Aproveite esses espaços para demonstrar o seu interesse em ajudar as pessoas.

Além do cuidado com a linguagem, um detalhe importantíssimo para engajar seus leitores, estabelecer e respeitar a periodicidade de publicação também deve estar no seu radar na hora de construir o seu planejamento de conteúdo.

Algumas dicas para você acertar no seu marketing jurídico de conteúdo:

Construa conteúdos respondendo dúvidas reais do seu público-alvoMapeie grupos e comunidades online para divulgar seus conteúdosFaça estudos de casos para exemplificar ao seu público como o seu escritório resolveu o problema apresentadoEstude e aplique técnicas de SEO nos seus conteúdos. Isso vai fazer com que seu material apareça nas primeiras páginas do GoogleResponda comentários e mensagens privadas. Lembre-se: marketing jurídico é relacionamentoProduza conteúdos específicos para cada rede social

Marketing jurídico digital

Marketing jurídico digital, marketing jurídico na internet ou só marketing digital. Na prática, todos esses termos significam a mesma coisa e dão nome às estratégias e ações de marketing jurídico aplicadas na internet.

Mas, indo um pouco mais fundo na teoria, podemos usar as aspas do professor Philip Kotler, considerado por muitos o pai do Marketing. Segundo ele, o marketing é “o processo social por meio do qual pessoas e grupos satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com os outros”.

Como já falamos anteriormente, é possível fazer marketing jurídico digital utilizando canais como blog, redes sociais e site. Para ajudar você com a prática, vamos dar algumas dicas para a aplicação do seu marketing nas principais redes sociais.

Facebook

As páginas profissionais do Facebook são ótimas para divulgar os conteúdos do seu blog, fazer lives (transmissão ao vivo de imagem e som) sobre temas relacionado ao seu trabalho e interagir com seus seguidores. Além disso, também é um local para marcar presença online e estabelecer um contato direto com potenciais clientes e parceiros.

Uma ferramenta interessante para você explorar por lá são as avaliações. Por meio delas, seus seguidores podem dar notas de 1 a 5 estrelas e escrever comentários ou depoimentos sobre os produtos e serviços do seu escritório. É um ótimo sistema de indicação e uma vitrine para quem vai conhecer a marca do seu escritório nessa rede social.

Linkedin

O Linkedin é oficialmente uma rede social para interações profissionais. Por isso, o papo por lá é um pouco mais sério. Além de funcionar para distribuição de conteúdo do seu blog, o Linkedin incentiva que você crie conteúdos exclusivos para a rede.

Além disso, é ideal para compartilhar reconhecimentos importantes, conquistas marcantes, prêmios, participação em eventos e vários outros conteúdos relevantes sobre a atuação do seu escritório. Também é um local muito interessante para acompanhar profissionais que você admira e fazer networking. 

Instagram

O queridinho do momento vai muito além de documentação do dia a dia em fotos e stories. O Instagram é, sim, uma rede social mais descontraída e visual, mas isso não quer dizer que não dê para desenvolver um bom marketing jurídico para ela.

Você pode, por exemplo, divulgar drops de dicas práticas, compartilhar frases de incentivo, utilizar o stories para fazer lives ou responder perguntas frequentes. Essa é a rede social para aproveitar o melhor que a sua criatividade é capaz de produzir!

Livros sobre marketing jurídico

O assunto já rendeu boas abordagens conceituais e práticas de teóricos e autores que se dedicam a estudar o tema. Separamos três indicações de livros sobre marketing jurídico para você ir mais além na sua estratégia!

Marketing Jurídico – O Poder das Novas Mídias

Construir uma boa reputação e relevância nas mídias sociais é uma etapa importantíssima do marketing jurídico. É por meio da atuação online dos escritórios que os clientes encontram informações úteis para resolver questões reais e encontrar profissionais qualificados.

Escrito por Rodrigo Bertozzi e Renata Bucco, este livro apresenta estratégias para plataformas como site, Google, Linkedin, Twitter, Facebook e blog. Além disso, aborda a importância de investir em ações de videocast, podcast e transmídia para valorizar ainda mais a comunicação do seu escritório. Além, é claro, de várias outras dicas de sucesso para potencializar os resultados do seu marketing jurídico.

O Guia Definitivo do Marketing Jurídico

Escrita por Alexandre Motta, consultor em marketing jurídico, a obra mostra aos advogados como fazer marketing respeitando as limitações éticas da profissão. Com abordagens passo a passo, o livro traz informações para a prática diária efetiva.

O Guia Definitivo do Marketing Jurídico” vai além dos ensinamentos teóricos e mostra ao leitor maneiras de implementar ações para lucrar com o escritório e utilizar todas as possibilidades do marketing jurídico moderno.

Marketing Jurídico – Os Dois Lados da Moeda

Também escrito por Alexandre Motta, o livro mostra a importância de uma boa gestão de marketing para o sucesso do escritório. A obra também convida o leitor a fazer uma reflexão das ferramentas que podem ser usadas para impulsionar os resultados.

“Os Dois Lados da Moeda” apresenta, ainda, caminhos possíveis para os advogados que almejam o sucesso de suas estratégias de marketing. Segundo o autor, o livro é um “guia prático e ético de como tornar sua advocacia rentável”.

Suporte para o seu marketing jurídico

Desenvolver e aplicar estratégias de marketing jurídico requer planejamento e disponibilidade. Nem sempre a rotina atribulada permite priorizar ações desse tipo. Ao mesmo tempo, deixar de dar atenção para a reputação do seu escritório pode abrir espaço para a concorrência.


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Farmácia online e offline segue tendência mundial de atender consumidor em multicanais

Farmácia online e offline segue tendência mundial de atender consumidor em multicanais

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Como a categoria de medicamentos, cosméticos e beleza ocupa a terceira posição nos itens mais pedidos no comércio eletrônico com 12%, de acordo com o Webshoppers do e-bit, não estar presente pode significar abrir mão de um grande potencial. Para isso, um marketplace, um local on-line para que as farmácias possam se cadastrar, criar presença virtual, indicar localização, registrar produtos e atender ao cliente é a melhor opção.

Nos Estados Unidos um dos temas mais debatidos durante os eventos de varejo é a multicanalidade. O primeiro ponto sobre o assunto diz respeito à experiência do consumidor, e independentemente de onde o cliente estiver, on-line ou off-line, é preciso prover uma experiência diferenciada dentro do ambiente escolhido, como, por exemplo, navegação intuitiva no site ou atendimento personalizado na loja física.

O segundo aspecto é que os norte-americanos identificaram que atuar no multicanal deixou de ser um diferencial para ser um fator determinante ao sucesso. Ou seja, não estar presente nos diversos canais, como lojas virtuais, redes sociais, mobile, etc, significa abrir mão de um faturamento potencialmente maior.

Para começar é preciso aplicar o Omnichannel, que na prática sugere a visibilidade integrada de vendas e enxerga o consumidor de forma única, independentemente do canal que ele está acessando. Para isso, é preciso planejar sortimento de produtos, gerenciar promoções, apoiar equipes de marketing, comercial e o canal de distribuição. E o principal: praticar preço único em todos os locais.

Por exemplo, o consumidor pode fazer a pesquisa de um produto pela loja virtual e concluir a compra no ponto de venda físico. Ou então, ele vai à loja e comprar e o produto não está disponível. Ele pode no local mesmo realizar a transação on-line. Ainda, o produto que ele gostou não está disponível no estoque do site, mas a empresa pode informar o estabelecimento físico mais próximo para adquirir o item em pronta entrega.

Após saber como atuar nesses ambientes, é hora de colocar na prática: integrar os canais e atuar tanto no off-line quanto no on-line. No segmento farmacêutico, por exemplo, das mais de 60 mil drogarias em todo o território nacional, apenas as grandes redes estão no mundo virtual.

Ou seja, independentemente se for na internet, dentro de um marketplace, ou na loja física, a farmácia deve propiciar um local para que o consumidor busque o medicamento e tenha boas experiências e qualidade de atendimento.

 

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Farmácia e Cosméticos – 3 passos para um e-commerce eficiente

Farmácia e Cosméticos – 3 passos para um e-commerce eficiente

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Segundo a E-bit, o segmento de Cosméticos & Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde apresentou o segundo maior volume de pedidos no e-commerce brasileiro (15%), ficando atrás apenas de Moda & Acessórios (17%) e superando o de Eletrodomésticos (12%).

Como estamos sempre de olho nas principais tendências do varejo online, notamos que nos próximos anos veremos a união entre lojas físicas e virtuais. Com isso, e com os inúmeros avanços tecnológicos que se apresentam todos os dias, surgem novos desafios para os e-commerces de farmácia e cosméticos.

Para ajudar os profissionais dessa área, listei abaixo três pontos que devem ser observados com cuidado para atender da melhor forma o exigente e-consumidor:

1. Características da compra e venda

Esse setor possui algumas peculiaridades que influenciam as decisões do mercado. Os remédios e cosméticos são produtos geralmente pequenos, leves e, na grande parte das vezes, têm alto retorno financeiro. Além disso, costumam apresentar um baixo custo de frete e demandam reposição constante.

É necessário estudar a fundo o perfil do consumidor desse segmento – em sua maioria ainda composto por idosos e mulheres – pois é crescente a presença do público que está cada vez mais preocupado com o corpo e alimentação. Portanto, um levantamento dos hábitos desses consumidores é essencial antes de começar sua atuação no e-commerce.

2. Regulamentação do e-commerce no setor farmacêutico

Estamos falando de vendas de cosméticos e medicamentos, ou seja, produtos diferentes que precisam de cuidados diferentes na venda. A Anvisa criou uma série de leis e regulamentações para comercialização de medicamentos por e-commerce.

Foi regulamentada a venda de forma remota (internet, telefone e fax), porém é preciso ficar atento, pois somente as lojas que também possuem uma unidade física podem comercializar produtos relacionados à saúde na internet.

Veja aqui as regras para a venda de medicamentos pela Internet.

3. Tecnologias para aprimorar as operações de entrega

Destaco aqui que a responsabilidade da entrega dos produtos é da farmácia e não da transportadora, portanto uma seleção criteriosa é importante. O cálculo de frete é um dos fatores mais importantes e determinantes para os e-commerces.

Os serviços gratuitos disponíveis no mercado não garantem precisão do cálculo de frete, ou seja, caso algum preço ou prazo seja apresentado de forma incorreta, o dono do e-commerce terá prejuízo. O mais indicado é a contratação de plataformas de gestão de fretes, que realizam de forma precisa o cálculo de frete das transportadoras já contratadas pelas lojas online.

Enfim, existem grandes oportunidades nesse setor, porém ainda é preciso ampliar o acesso a algumas informações fundamentais sobre as especificidades logísticas, mercadológicas e legislativas do segmento.

Seus cuidados são determinantes para expandir os negócios, aumentar investimentos e ampliar a rentabilidade da rede. Se bem feito e estudado, grandes resultados virão.

 

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E-commerce de medicamentos cresce mais de 90% ao ano

E-commerce de medicamentos cresce mais de 90% ao ano

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O mercado corporativo está cada vez mais acirrado. Empresas de diversas segmentações começam a migrar para plataformas digitais com o objetivo de ampliar seus canais de comunicação e venda junto à população.

A FazfarmaNet, um dos maiores varejistas do setor de medicamentos, tem apostado no mercado corporativo para expandir seus negócios pelo Brasil. Atualmente, o carro-chefe de vendas da empresa é o e-commerce.

O comércio eletrônico brasileiro é composto de 450 mil lojas virtuais ativas, entretanto apenas 15% das companhias possuem endereços físicos. “Temos apenas uma loja física que está situada em São Caetano do Sul, em contrapartida, conseguimos atender todo o Brasil através do nosso e-commerce”, comenta o diretor da FazfarmaNet, Jonas de Oliveira.

A empresa registra um crescimento mensal de quase 10% no mercado corporativo e fornece periodicamente medicamentos para cerca de 3 mil vidas beneficiadas por programas de assistência farmacêutica.

Fonte: SEGS.com.br
Foto: Shutterstock

 

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Como funciona a operação logística em um e-commerce de farmácia

Como funciona a operação logística em um e-commerce de farmácia

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A operação logística em Farmácias para atender às compras realizadas no e-commerce é muito mais complexa do que a de outros segmentos do mercado. O processo só se assemelha as compras de um e-commerce de Grocery (Supermercados).

Primeiro, mix é extremamente amplo. São milhares de diferentes produtos a venda, inclusive alguns refrigerados ou até químicos, que precisam de cuidados de envio especiais. Alguns deles inclusive com dimensões muito pequenas, dificultando o controle e contagem de itens.

Depois, um dos problemas é a disponibilidade de estoque. Já que o sortimento é amplo, é extremamente caro e complexo manter em uma loja todo o estoque disponível de todos os produtos.

Outro problema é o controle de venda de alguns produtos, que devem ter sua receita apresentada equanto outros, não podem nem ser vendidos.

Por fim, para complicar ainda mais caso você ainda não tenha sentido um frio na barriga, o tempo de entrega é extremamente curto, algumas horas apenas. Afinal, não podemos esperar 2 dias por um remédio, não é mesmo?

Qual o papel de uma plataforma de e-commerce nesse processo logístico?

Para ajudar nesse processo, a inteligência da plataforma de comércio eletrônico é fundamental. Inicialmente a plataforma de e-commerce deve ter a inteligência de trabalhar com multi centros de distribuição. Assim, é possível que cadeias maiores possam tratar suas principais lojas como mini centros de distribuição, aumentando o mix de produto e também a disponibilidade de estoque.

Cross docking entre centros de distribuição ou lojas

Outra funcionalidade importante, é a possibilidade de cross docking entre esses centros de distribuição. Vou explicar. Imaginemos um cliente que compre 1 produto para dor de cabeça e outro para gripe. Caso essa funcionalidade de cross docking entre lojas, ou seja, a interação entre estoques de diferentes lojas não exista, o cliente vai verificar que aquele pedido não pode ser entregue pois o centro de distribuição, a loja, que iria atendê-lo não possui ambos produtos em estoque.

Agora, se a plataforma possui a inteligência de cross docking, ela irá informar que um dos itens está em estoque para pronta entrega em poucas horas, já o outro será entregue algumas horas depois, já que o item deverá sair de outra loja, mais distante, para compor o pedido completo do cliente.

Multi transportadoras e multi modais

A plataforma também deve ser capaz de trabalhar com multi transportadoras e multiplos modais.

Veja, se o cliente está em um raio próximo a uma das lojas de entrega, o sistema pode automaticamente habilitar a entrega expressa por motoboy. Mas se o cliente está distante, ele só terá a opção de entrega via correios ou a transportadora tradicional. Agora, se o item precisa obrigatoriamente ser enviado em um ambiente refrigerado, pois possui um determinado selo da ANVISA, o motoboy não poderá enviar, nem os correios. Nesse caso precissaremos de um transporte especial! Tudo isso, a plataforma deve ser capaz de gestionar, sem precisar de um sistema de ERP para consultas online, o que acarretaria em um grande aumento de ponto de falhas, diminuindo as vendas.

Venda de produtos controlados

Por último, um dos problemas também é a venda de produtos controlados. Alguns deles precisam de receita. Portanto o cliente deverá fazer o upload dela no carrinho de compras, para que haja uma conferência pela equipe interna da loja. Adicionalmente, as lojas cobram que o cliente entregue a via original no momento de recebimento da mercadoria. Agora, se o item é tarja preta, a plataforma deverá falar ao cliente para entrar em contato por telefone, já que o item não pode ser vendido sem prévia conversa.

Separação e entrega de mercadorias

Agora, um outro desafio do mundo de farmácias, é o processo de análise de pedidos, separação (picking), embalagem (packing) e despacho, precisa se adaptar para atender a farmácia no e-commerce. No lugar dos armazéns, o picking é realizado no próprio ponto de venda, ou seja, nas gôndolas.

O mesmo acontece nos supermercados, para não interferir nas operações dos PDVs a separação precisa ser feita em horários estratégicos, quando o fluxo de clientes for baixo ou nulo nas lojas (preferencialmente em horários noturnos). Além disso, como os compradores físicos e virtuais “competem” pelos mesmos produtos, pode acontecer que uma mercadoria vendida no e-commerce tenha esgotado no PDV antes do picking. Nesses casos, as lojas virtuais devem dar aos clientes opções como a aceitação de produtos similares ou vale-compras.

Ainda sobre a separação de mercadorias, o método mais recomendado é o ‘picking por onda’, que consiste em agrupar os produtos por categoria, sem distinção de pedidos, reduzindo a movimentação no interior da loja e respeitando a perecividade.Esse método de separação favorece o packing, pois agrupa as mercadorias com características semelhantes e necessidades similares.

A logística para farmácias online deve ser muito bem planejada, pois a rentabilidade de todo o negócio depende dela.

 

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As regras para as farmácias online

As regras para as farmácias online

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A venda de medicamentos pela internet pelas redes de farmácias e drogarias deve atender condições especiais. Veja quais são:

Somente farmácias e drogarias abertas ao público, com farmacêutico responsável presente durante todo o horário de funcionamento, podem realizar a liberação de medicamentos solicitados por meio remoto, como telefone, fac-símile (fax) e internet.

O pedido pela internet deve ser feito por meio do site do estabelecimento ou da respectiva rede de farmácia ou drogaria. O site deve utilizar apenas o domínio “.com.br”, e deve conter, na página principal, os seguintes dados e informações:

Razão social e nome fantasia da farmácia ou drogaria responsável pela venda, CNPJ, endereço geográfico completo, horário de funcionamento e telefone;
Nome e número de inscrição no Conselho do Farmacêutico Responsável Técnico;
Licença ou Alvará Sanitário expedido pelo órgão Estadual ou Municipal de Vigilância Sanitária, segundo legislação vigente;
Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) expedida pela Anvisa;
Autorização Especial de Funcionamento (AE) para farmácias, quando aplicável;
Link direto para exibir informações adicionais, como nome e número de inscrição no Conselho do Farmacêutico; mensagens de alerta e recomendações sanitárias determinadas pela Anvisa; condição de que os medicamentos sob prescrição só serão dispensados mediante a apresentação da receita e o meio pelo qual deve ser apresentada.
É vedada a oferta de medicamentos na internet em site que não pertença a farmácias ou drogarias autorizadas e licenciadas pelos órgãos de vigilância sanitária competentes.

Não se pode utilizar imagens, propaganda, publicidade e promoção de medicamentos de venda sob prescrição médica em qualquer parte da página. É vedada a comercialização de medicamentos sujeitos a controle especial solicitados por meio remoto. Todos os pedidos para dispensação de medicamentos solicitados por meio remoto devem ser registrados.

A divulgação de preços em farmácias eletrônicas

De acordo com a RDC 44/99 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em sites de farmácias e drogarias online, é vedada a utilização de imagens, propaganda, publicidade e promoção de medicamentos de venda sob prescrição médica em qualquer parte da página.

A divulgação dos preços dos medicamentos disponíveis para compra na farmácia ou drogaria deve ser feita por meio de listas nas quais devem constar somente:

O nome comercial do produto;
O(s) princípio(s) ativo(s), conforme Denominação Comum Brasileira;
A apresentação do medicamento, incluindo a concentração, forma farmacêutica e a quantidade;
O número de registro na Anvisa;
O nome do detentor do registro; e
O preço do medicamento.
As listas de preços não poderão utilizar designações, símbolos, figuras, imagens, desenhos, marcas figurativas ou mistas, slogans e quaisquer argumentos de cunho publicitário em relação aos medicamentos.

As propagandas de medicamentos isentos de prescrição e as propagandas e materiais que divulgam descontos de preços devem atender integralmente ao disposto na legislação específica.

As frases de advertências exigidas para os medicamentos isentos de prescrição devem ser apresentadas em destaque. As farmácias e drogarias que realizarem a dispensação de medicamentos solicitados por meio da internet devem informar o endereço do seu sítio eletrônico na Autorização de Funcionamento (AFE) expedida pela Anvisa.

Fonte: Sebrae Nacional – 27/11/2015

 

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